5 às 5ª – Clássicos que desejo ler
por Ragner
em 04/04/13

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Escrever sobre clássicos deve ser uma tarefa deveras complicada, pois muitos são os livros que existem com tal classificação e defendo que escolher alguns para ler, me deixa com aquela sensação de que estou sendo injusto com os que eu não citar nessa lista. Mas por que então listar alguns livros? No meu caso, vou seguir minha intenção de favorecer alguns escritores que desde pequeno procurei saber um pouco mais sobre e comentar alguns livros que me interessam desde minha adolescência. Escritores como Julio Verne e Alexandre Dumas, por exemplo, estão fora desta lista, mas isso somente porque já li alguns livros deles.

1 – Guerra E Paz – Leon Tolstoi: Tolstoi é russo e isso, por si só, já me agrada o bastante e me faz ficar interessado no que ele tem a oferecer. Comecei a ler Ana Karenina, mas não acabei o livro, pois se trata de uma leitura que necessita de uma maturidade, não somente literária, como conceitual de todo apreciador da 6ª arte. Guerra E Paz pode ser considerada sua maior obra e, para muitos, um das maiores obras da literatura universal. O enredo versa sobre dados significativos da história da Russia e mesmo se tratando de um livro ficcional, podemos aprender muito sobre como era a aristocracia russa e a guerra de Napoleão Bonaparte. Tolstoi é um dos escritores mais aclamados no mundo inteiro e esse é outro motivo para lê-lo;

2 – Dom Quixote – Miguel De Cervantes: O protagonista e tudo que o cerca já caracterizam o livro como um item que deve fazer parte de bibliotecas de qualquer amante de literatura. O corajoso, destemido e completamente louco, fidalgo castelhano chamado Quixote, empolgado por histórias de cavalaria, viaja ao lado de seu fiel escudeiro, Sancho Pança, se aventurando pela Espanha. Como eu gosto de aventura, esse fator já me fez querer livro, mas ainda não o fiz. Erro que quero urgentemente corrigir. Estou lendo agora um livro: O Último Patriota, que declara que em uma versão especial de Dom Quixote, que era de posse de Thomas Jefferson (3º presidente dos E.U.A), continha informações elaboradas que guardava segredos sobre o Islã. Ficção pura ou não, fiquei curioso, kkk;

3 – Crime E Castigo – Fiódor Dostoiévski: Dostoiévski é outro russo: Ponto para leitura. Li Os Irmãos Karamazov, mas admito que terei que reler (imaturidade idem). Crime E Castigo é o escolhido pois se trata de uma de suas maiores obras e já ouvi coisas boas sobre. Acredito que para “saborear” melhor os russos, seja preciso começar com seus escritos mais tranquilos. Estou com Noites Brancas em mãos e recomeço a ler Dostoievski por ele, ai sigo para Crime E Castigo e depois releio Os Irmãos. Quem sabe um dia consigo ler todos dele;

4 – O Corcunda De Nodre Dame – Vitor Hugo: Há alguns bons anos atrás descobri que o nome da obra é “Notre-Dame de Paris”, mas que teve o nome mudado por causa de adaptações para cinema, desenho e teatro e do personagem Quasímodo, que possui uma importância considerável. Eis uma história de amor que pode muito bem discutir a questão da Bela e da Fera e trabalhar tal conceito de que aberrações físicas externas não caracterizam efetivamente o mal. Quasímodo parece ser um personagem inocente, humilde e bondoso, mas essa é uma certeza que quero ter após ler o livro;

5 – Ulisses – James Joyce: Esse é um livro que me atrai bastante pela premissa. Joyce conta a história de Ulisses, o mesmo da Odisséia de Homero, em apenas um dia. É um dos livros que não quero apenas saber sobre, é um dos que quero ler e só depois saber mais. A forma narrativa pode ter aspectos diferenciados, o tempo dever ter conceituações diferenciadas, o personagem e sua história pode sofrer influencias que o adapta em contextos diferenciados e isso tudo está inserido na razão de eu querer ler.

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