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Resenha – Dona Bárbara
por Poderoso
em 15/12/21

Nota: Por Gabriel Pinheiro – @tgpgabriel “Llanura venezuelana! Propícia para o esforço, como foi para a façanha, terra de horizontes abertos, onde uma raça boa ama, sofre e espera!…” Existem livros que nos possibilitam uma viagem profunda pelo lugar, pelos personagens e pelos temas que abordam. Dona Bárbara, clássico de Rómulo Gallegos, é um destes
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Resenha – A pediatra
por Poderoso
em 16/11/21

Nota: Por Gabriel Pinheiro (@tgpgabriel) Cecília Tomé Vilela é pediatra. Ela se destaca no mar de médicos pediatras existentes no mercado não por um método inovador de cuidado e tratamento, mas por sua peculiar característica, aparentemente incompatível com o ofício: ela não gosta de crianças. Gosta menos ainda dos pais dos pequenos, suas preocupações e
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Resenha – Nossa parte de noite
por Poderoso
em 07/10/21

Nota: Por Gabriel Pinheiro É difícil categorizar Nossa parte de noite, novo romance de Mariana Enriquez. É uma das melhores histórias de terror que já li, no diálogo entre o horror sobrenatural e aquele muito próximo, que não diz de fantasmas ou espectros, mas do próprio humano e da sua capacidade em infligir dor. Mas
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Resenha – Os detetives selvagens
por Poderoso
em 30/07/21

Nota: Por Gabriel Pinheiro – Instagram: @tgpgabriel Não há nada que eu possa escrever que dê conta da magnitude de “Os detetives selvagens”. Na verdade, escrever sobre a obra de Roberto Bolaño é sempre um desafio pra mim. Apenas tateio, num exercício de tentar compreender a força de uma literatura única, um olhar cru e
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Resenha – O ar que me falta
por Poderoso
em 07/06/21

Nota: Por Gabriel Pinheiro – Instagram: @tgpgabriel Luiz Schwarcz começa “O ar que me falta” com um relato de uma experiência recente: A memória da sensação física da depressão no corpo, a garganta que aperta, o espaço se tornando exíguo para a passagem do ar. Sensação que surge como um susto, no alto de uma
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Resenha – Autoimperialismo
por Poderoso
em 16/12/20

Nota: Por Raphael Pantet “Que este amor não me cegue nem me siga. E de mim mesma nunca se aperceba. Que me exclua do estar sendo perseguida E do tormento De só por ele me saber estar sendo.  Que o olhar não se perca nas tulipas Pois formas tão perfeitas de beleza Vêm do fulgor
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Resenha – Mundos de vidro
por Poderoso
em 11/11/20

Nota: Por Raphael Pantet A influência e longevidade do século XIX é tema de estudo / fascínio até hoje, dada a quantidade de inovações, turbulências e ideias em disputa. As descobertas científicas concorrendo no mesmo espaço de seus críticos, os primeiros sistemas de saneamento básico, a intensa vida pública das cidades e da boemia me
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Resenha – Memórias de Brumadinho
por Poderoso
em 30/09/20

Nota: Por Raphael Pantet Com a vitória de Svetlana Aleksiévitch no Prêmio Nobel, o gênero literário da história oral está sendo redescoberto. Tradição iniciada com Heródoto e Tucídides na Grécia Antiga, de escrever histórias anteriormente apenas faladas, esta forma em sua acepção moderna foca seus esforços em contos individuais, os quais servem para narrar eventos
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Participação Especial – Poemas
por Poderoso
em 31/08/20

Nota: Por Raphael Pantet Certas regiões do planeta parecem ter a poesia na sua própria estrutura. Seja a paisagem, a identidade ou a cultura, há um circuito para conduzir a tentativa de retratar o universo de cada ser humano em versos. Como negar o poder da reflexão lírica num país como o Chile, de um
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Participação Especial – O beijo da mulher-aranha
por Poderoso
em 27/07/20

Nota: Por Raphael Pantet Por ser a arte da palavra escrita, a literatura tem pontos de contato interessantes com outras formas de expressão. Filmes se originam em roteiros, óperas precisam de librettos. John Steinbeck em Ratos e Homens (Of Mice and Men, 1937) criou uma novela-peça teatral (play-novellette), uma narrativa curta que poderia ser lida num sentido
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