Dica de estreia – Vingadores – Guerra Infinita
por Ragner
em 02/05/18

Nota:

 

Há 10 anos a Marvel Studios iniciaram uma renovação no cinema de heróis. Filmes sobre personagens de quadrinhos já existiam, eram sucesso garantido. Batman, por exemplo, teve alguns interpretes. Homem Aranha era amado, os X-Men já tinham uma trilogia e a ideia de que o homem poderia voar já existia no coração da humanidade com o Super Homem. Então eis que personagens pouco conhecidos (só para os amantes de quadrinhos) começaram um universo sem precedentes. Na saga “Vingadores” Homem de ferro, Hulk, Capitão América, Viúva negra, Gavião Arqueiro e Thor já eram os vingadores originais no cinema e a eles fomos apresentados à 1ª fase de um gigantesco mundo em que já vai para sua 4ª fase. Com seu melhor filme.

Vingadores – Guerra infinita finaliza a 3ª fase de algo que ainda tem muito para apresentar e digo a vocês sem qualquer receio: tivemos apenas um vislumbre de onde pode chegar esse universo (ainda mais com as aquisições da FOX). Foi uma década cheia de situações boas e más, decisões acertadas ou não e temos então o maior filme que qualquer fã de gibi poderia querer.

Em Guerra infinita, nossos amados protagonistas (protagonismo é o que se espera aqui) se deparam com o maior inimigo já enfrentado até então e por mais que acreditem que podem vencer, o que está por vir está muito acima do que deuses ou o Hulk é capaz de surrar. Thanos – o Titã louco – é o personagem principal e os demais, por mais numerosos que sejam, ganham importância e relevância nos núcleos em que aparecem e precisam resolver os problemas causados pelo titã.

Thanos é um ser com poderes além do que se pode imaginar, mas ele precisa das 6 joias do infinito (Espaço, Mente, Alma, Tempo, Poder, Realidade) para dar equilíbrio ao universo. Para conquista-las, ele precisa pegar com quem as coleciona ou as guarda em segurança na Terra, ou ainda em algum lugar desconhecido. Mas ele não está sozinho e tem sua Ordem negra, quatro guerreiros que o ajudam a confrontar os Vingadores. O enorme titã roxo ataca a Terra dividindo seu bando, o que faz a narrativa ser condicionada à grupos (ainda há consequências desde Guerra civil) que enfrentam inimigos nunca antes vistos, em lugares inimagináveis e que deixa a história ainda mais gigantesca, nos preparando para um fim épico que pode ser Vingadores 4 ou mesmo iniciar outros caminhos que estão por vi.

Escrever sobre um filme tão significativo e ainda mais com uma carga de estréia, é necessário tomar bastante cuidado para não dar spoilers. As consequências aqui são enormes. Os demais filmes da Marvel já resenhados não possuem uma carga dramática tão grande quanto esse. Em Vingadores 1 houve a apresentação da super equipe e agora em Vingadores 3, os deuses asgardianos e todos os humanos se juntam com os Guardiões da galáxia, para deter um déspota enlouquecido. Mas uma das coisas que garante que Thanos ganhe destaque mais do que merecido no filme (assim como Loki no primeiro filme da equipe) é sua determinação e desejo para realizar o que julga essencial para o universo (ele não quer poder por simples poder). É possível ter empatia pelo gigante, ainda mais quando se relaciona com Gamorra.

Há uma cena pós crédito e quase todas as suposições não acontecem como os fãs imaginavam. Falar mais do que isso pode comprometer a diversão e emoção para quem ainda não assistiu. Fica aqui mais essa dica de estreia, aproveitem.

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