Links
por Poderoso
em 09/10/15

MUITOS-2

 

Em nossas andanças pela internet, muitas vezes encontramos links valiosos, que rendem leituras interessantes mas que acabam se perdendo no mundo da interação constante. Nem sempre é possível dividir tudo o que encontramos ou um post singelo nas mídias sociais acaba se perdendo no ruído. Por isso, toda 6ª o Poderoso vai reunir os melhores links sobre literatura e cinema que encontrarmos nesse mundo sem fim da internet.

Os eleitos dessa semana são:

 

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Brasileiros têm de entender que estudar não é chato; chato é ser burroO grande Pedro Bandeira, autor de best sellers infanto-juvenis, escreveu um breve artigo para o UOL sobre a importância de estudar e o caos que nossa educação se encontra gerando um “descaso pelo conhecimento”. Se você já ouviu alguma versão de “ler é perda de tempo” sabe bem do que estamos falando. O texto é curto mas, no melhor estilo Bandeira, tem conteúdo para incitar um debate mais do que urgente em um país em que se tolera que fechem escolas, mas não se tolera ciclovias. (Via UOL)

 

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Os 10 melhores livros latino-americanos de todos os tempos: O jornal The Telegraph lpublicou uma lista de romances latinos que incluem Gabo, Vargas Llosa, Juan Rulfo, Julio Cortazar, Octavio Paz, Bolaño e até Paulo Coelho. A lista é focada em clássicos, mas para quem se interessa por literatura contemporânea, o Guardian lista algumas boas opções. Links em inglês. Aqui no Poderoso já tivemos duas listas dedicadas às delícias da literatura latina – uma inteira para Gabo e uma incluindo outros autores(Via The Telegraph e The Guardian) 

 

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Nobel de Literatura: Ontem saiu o resultado do Nobel de Literatura de 2015 e a bielorussa Svetlana Alexievich arrasou a concorrência que incluia nomes como Phlip Roth, Murakami, Joyce Carol Oates, entre outros. Agora vamos ver se as editoras tomam vergonha na cara e trazem os livros da autora para o Brasil porque, até hoje, nenhum livro dela foi lançado por aqui. #leiamulheres (Via O Globo)

 

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Romance que incendiou a Rússia no século XIX é lançado no Brasil: E falando sobre livros que não existiam no Brasil, finalmente teremos em português a obra “O que fazer?” do russo Nikolai Tchernichevski. A matéria do Globo entrevista o tradutor da obra – Angelo Segrillo – e aproveita para elucidar a importância histórica do livro. Já entrou na lista de desejados. 🙂 (Via O Globo)

 

“Uma das decisões tomadas pelo Czar Alexandre II para fazer o país avançar foi decretar o fim da servidão, em 1861. O desenvolvimento capitalista, entretanto, não foi acompanhado por uma abertura política. Para piorar, os ex-servos ganharam a liberdade e pesadas dívidas. Foi nesse contexto que Tchernichevski foi abandonando uma posição reformista para abraçar a revolução. Sua atuação política o levou à prisão em 1862, quando editava a influente revista literária “Sovremennik” em São Petersburgo. Impedido de escrever ensaios, no cárcere ele se dedicou à ficção. “O que fazer?” foi publicado em quatro partes na própria “Sovremennik”, entre o fim de 1862 e o início de 1863.”

 

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Sobre os silêncios da Ditadura Militar: Heloisa M. Starling, autora de livros sobre a história do Brasil, escreve no Blog da Companhia das Letras sobre o papel da mídia em informar ou garantir os segredos da ditadura. O texto é uma belíssima apresentação da coleção Arquivos da Repressão que abrirá arquivos antes nunca discutidos pelo público comum. O primeiro livro da coleção – Lugar nenhum do jornalista Lucas Figueiredo já foi lançado. Lembrando que o Poderoso também participa do projeto Lendo a Ditadura, onde você pode encontrar resenhas de livros, filmes e documentários sobre o período feitas por blogueiros e vlogueiros. (Via Blog da Companhia das Letras)

 

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Agora só leio livros escritos por mulheres e isto é o que aprendi: Desde o começo do ano, aqui mesmo no Poderoso, o nosso camarada Gabriel se envolveu no projeto Leia Mulheres – mais informações aqui. O projeto instiga os leitores a escolherem autoras por um determinado período e, por isso, ele decidiu que 2015 seria o ano. Muitos dos livros lidos já foram resenhados aqui no Poderoso. Esse projeto tem tomado formas diversas e o El País publicou o relato de Maria Barrios sobre sua própria experiência.

 

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