Resenha – A Boa Sorte
por Ragner
em 24/05/13

Nota:

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Livros de Auto-Ajuda não estão em minha lista de favoritos. Há anos não me sinto interessado, o suficiente, para ler tal literatura, mas durante um tempo em que fiquei responsável por uma estruturação mais educacional e culturalmente literária em uma empresa, li alguns exemplares que justificam o nome e confesso que gostei de alguns. Com o tempo vou resenhar os outros.

A Boa Sorte tem como objetivo, discutir o entendimento de que existem diferenças entre Sorte e Boa Sorte. Sendo a sorte algo que pode ser passageira e a boa sorte algo que deve ser criada pela pessoa e assim ser duradoura. Algumas regrinhas básicas para contemplar, perceber e produzir a boa sorte, são listadas no livro, junto com uma fábula onde duas pessoas querem alcançar um mesmo objetivo. Uma torcendo para ter a sorte de encontrar pelo caminho aquilo que deseja; outra gerando várias situações que ocasionam a boa sorte.

Durante um reencontro de dois antigos amigos, onde um lamenta a vida sem sorte que tem e o outro deixa claro a vida próspera que possui, é contada a fábula sobre dois cavaleiros que partem em uma jornada em busca de um trevo de 4 folhas. O trevo deve ser encontrado em um lugar específico onde todos acreditam não ser possível florescer, mas tanto o cavaleiro branco, quando o cavaleiro negro seguem para a floresta em busca dele. Entre árvores, lagos, animais e uma natureza que ajuda, ou não, um cavaleiro vai fazendo o possível para se assegurar de seu sucesso enquanto o outro acredita apenas no que está à sua frente.

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Dez regras são apresentas pelo autor para efetivar a Boa Sorte e todas vão dependendo uma da outra para que algum objetivo seja conquistado. Não há grandes segredos ou formulações complicadas. Tudo é muito simples e foca muito no entendimento de que toda pessoa pode e deve criar condições favoráveis, persistir e confiar no que está fazendo, da melhor maneira possível. Assim como todo livro de auto-ajuda, nada é como um passe de mágica. É preciso que cada um AJA.

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É possível acrescentar tais conhecimentos em nossa vida, cotidianamente, e presenciar efeitos positivos? Sim! Posso não somente concordar com o que o livro ensina, como também digo que percebi melhoras no que entendo como sorte e boa sorte em minha vida. Mas confesso, também, que é preciso uma concentração mais focada e uma atenção bem alerta em relação à tudo que existe e acontece ao nosso redor. Estar atento e entender que a boa sorte e a sorte são situações de percepção é fundamental. Conhecer sobre algo, não significa saber tudo sobre tal coisa. Ler o livro não será o suficiente para mudar de vida, é necessário abrir bem os olhos e entender melhor o que se passa em nossa vida.

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5 Comentários em “Resenha – A Boa Sorte”


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Ageu Azevedo Camargo em 09.11.2016 às 12:55 Responder

Desejo muito adquirir este livro.

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Ragner em 10.11.2016 às 13:18 Responder

Vale a pena. É interessante a história.

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em 10.09.2017 às 09:32 Responder

em qual ano este livro foi publicado ? e quem é o ilustrador?? não acho nem na biografia do livro pois contem pouca informação poderia me informar ?

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Ragner em 10.09.2017 às 19:16 Responder

A única informação que consegui encontrar é que ele foi escrito em 2004. O li há 4 anos e foi emprestado, desculpa não ajudar mais.

O que é mais importante: a sorte ou a determinação? - R²M Eventos em 02.04.2018 às 16:33 Responder

[…] O poderoso resumao – resenha a boa sorte […]


 

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