Resenha De Quadrinhos – Assassin’s Creed: 2 Aquilus
por Ragner
em 20/09/16

Nota:

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Já resenhei o primeiro número de Assassin’s Creed em quadrinhos e sigo com o segundo, para ver se há uma contextualização maior e melhor de toda a história que gira em torno da família de assassinos que lutam contra os Templários. Alguns fatos são desdobrados com mais informações, passamos a conhecer um pouco mais sobre o clã dos assassinos e a organização contra quem eles lutam, mas ainda é pouco. A história continua e a curiosidade também. Acho que posso vir a dar uma folheada nos demais livros (primeiro já resenhado aqui) mesmo e já ficar ainda mais ansioso pelo filme que já está para ser lançado. Acredito que a história deva mesmo receber um adaptação que modifique algumas coisas, mas pelo trailer já tô gostando do que vem por aí.

No quadrinho anterior Desmond conseguiu fugir da “instituição psiquiátrica” em que era mantido, mas seus novos companheiros também manipulam o projeto Animus. Em uma tentativa de resgatar memórias importantes para a vitória dos Assassinos contra os Templários, Desmond é conectado novamente ao Animus, pois ele continua sendo o “retroindivíduo” capaz de incorporar a mente de seus antepassados e desta vez não será no corpo de Ezio, mas na de Aquilus.

No passado, em pleno Império Romano, Aquilus chega a Lugdunum, capital das Gálias, para se encontrar com seu pai, lhe entregar um objeto secreto (uma pequena cruz poderosa o suficiente para ressuscitar um morto, temporariamente) e conversarem sobre intrigas políticas que podem estar envolvidas em traições. No presente, o grupo que está transportando Desmond e alguns cientistas sofre um pequeno ataque, mas conseguem se safar. As páginas seguintes intercalam histórias do passado e do presente, vão mostrando as ações de Aquilus em seu tempo e como Desmond e seu grupo são novamente atacados e conseguem acabar com seus inimigos.

As águias não teme os abutres, mas precisam aprender a desconfiar deles

Desmond começa a adquirir habilidades de seus ancestrais e percebe que tem o poder de um verdadeiro assassino. Começa a juntar peças de um quebra cabeça que lhe parecia sem qualquer relevância e vai percebendo que seus inimigos tem traidores infiltrados em seu próprio grupo. Com as influências físicas e mentais de seus antepassados e o entendimento que vai ganhando sobre as missões que vivencia, Desmond começa a se envolver mais com o grupo que quer derrotar o Templários e passa a querer usar o Animus por livre vontade.

Esse número já dá uma dimensão maior para a história dos assassinos e fiquei mais curioso pelo que pode vir a seguir. Ainda parece faltar muita coisa. Esses dois exemplares encontrei na escola em que trabalho e espero que pessoal aqui compre a continuação, pois está ficando interessante.

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