Resenha – A Essência Do Mal
por Ragner
em 06/09/13

Nota:

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Sou um completo amante dos filmes do agente inglês que consegue fazer o que quer ou precisa, por mais mirabolante ou impossível que seja, mas ainda não tinha lido nenhum livro sobre suas aventuras. Sou mega fã do Sean Connery com James Bond (mesmo sabendo que o criador não tenha curtido muito a ideia), mas assumo gigantescamente que tenho gostado do Daniel Craig mais do que de todos os outros na pelo do protagonista amado pelas mulheres e odiado pelos vilões.

 

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Existe uma mística em torno de todo o universo de 007. Sua vida amorosa com os mais variados tipos de mulheres, sua vida dedicada ao serviço secreto, as armas engenhosamente preparadas para ele, sua bebedeira inveterada e sua boemia incorruptível, sua vitalidade e impecável preparação para tudo que pode acontecer, seu estilo inconfundível e os vilões peculiares. Ah os vilões, nenhum vilão consegue ser tão ou mais caricato do que os da franquia 007.

Decidido a desfrutar mais de toda essa caracterização cultural de James Bond, adquiri um livro que, mesmo não sendo escrito por Ian Fleming, versa exatamente como um roteiro de um de seus filmes e identifiquei situações parecidas com cenas de “Cassino Royale” e “Quantun Of Solace”, dois dos últimos filmes (com o Mathis e Felix Leiter presentes. Ok que já devem fazer parte de outros livros, mas me identifico eles nesses dois filmes), estrelados pela Craig. Seu amor pela bebida está mais que óbvia, envolvimento com mulheres perigosas ou vingativas e o vilão peculiarmente malvado, estupidamente cruel (marcante nos vilões de quase todos os filmes) e com alguma anomalia física e um capanga mega violento.

Aqui até parece que temos um Bond seguindo a história de Skyfall, com um “outro” M e com o agente passando por um período sabático, mas que urgentemente tem que voltar a ativa para combater um perigo que só ele pode enfrentar. Depois de discutir com M a dimensão cruel do novo oponente, Bond segue para Paris para ter contato com Mathis e descobrir mais sobre Julius Gorner, o terrível inimigo que fez M trazê-lo de volta ao serviço, mas ele acaba sabendo mais sobre Gorner por uma linda mulher que conheceu em Roma, ainda quando estava “descançando”. Scarlett Papava procura pelo agente para que ele possa salvar sua irmã e conta o que sabe sobre Gorner e como o conhece.

Depois do 1º contato, em um jogo de tênis, no qual Gorner perde. Bond começa a ter noção de quem está enfrentando e logo depois Scarlett o encontra para festejar e gastar a grana ganha pela vitória e discutir o próximo passo, que é seguir para Teerã, onde está um dos postos de produção de todo o império do antagonista. Aqui vamos acompanhando ainda mais toda a particularidade que traduz muito bem o universo da marca “007”, que adora percorrer países e construir personagens peculiares.

Já em Teerã, Bond mantem contato com um colega do serviço britânico que se propõe a ajuda-lo. Mas tudo começa a ficar cada vez mais perigoso e 007 vai precisar contar com toda sua experiência, sorte e confiar em quem ele pouco conhece para poder destruir o perigo que Julius Gorner pode representar para o mundo e principalmente para a Inglaterra.

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O livro segue muito um contexto de vários filmes do agente 007 e isso é bem interessante. Quase que como um roteiro, o que deixa a leitura ainda mais dinâmica e gostosa. Ainda mais para quem já gosta do que a 7ª arte fez até hoje. Vou procurar mais outros livros e seguir com o que a literatura tem a oferecer sobre Bond, James Bond.

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