Resenha De Quadrinhos – A Morte De Batman – O Filme
por Ragner
em 10/12/13

Nota:

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Ano passado postei uma resenha de outro gibi da coleção Super Powers – A Origem Do Homem Que Vai Destruir Batman. No gibi conhecemos Bale e sua história. A coleção seguia uma linha relacionada aos fatos que aconteciam nos gibis regulares mas meio que, as vezes, possuíam histórias bem independentes, como se não alterasse o universo que já existe, e como se não fosse tão importante. Os leitores dos gibis na época, podiam seguir os regulares sem precisar se preocupar em gastar mais com algumas coleções a mais, mas digo a vocês, algumas histórias eram por demais interessante. Aconteceu com a do Bane, que foi fundamental e aconteceu com essa que posto hoje, que ajuda no entendimento espalhafatoso e delinquente do Coringa.

Dessa vez Coringa tem um plano perfeito para matar o Batman, tudo roteirizado e criado para ser um filme, encenado por pessoas contratadas para criar situações onde o Morcegão pudesse salva-las e por criminosos sedentos por vingança contra o homem que faz de tudo para derrota-los. Mas o Coringa é insano, todos sabemos, insano e imprevisível, tudo pode dar muito certo ou muito errado. O Palhaço do crime não dispensa um exagero e por nada perde a chance de brincar e zoar com o Batman, o que pode salvar o Cavaleiro das trevas ou acabar de vez com ele.

O Curinga começa a filmar cenas aleatórias para conseguir financiamento para um filme que tem a intenção de eliminar o Batman. Depois de apresentar um pouco do roteiro para um possível estúdio, os diretores gostaram da ideia, entendendo que milhões cairiam na conta e que seria uma excelente publicidade. Para conseguir inserir o Morcegão nas gravações, personagens disfarçados aparecem ameaçando uma jovem indefesa, ao salvá-la, o Palhaço percebe que o Morcegão está diferente, não somente pela nova armadura (a história é de depois do Bane quebrar o Batman e Azrael ficar no lugar dele), mas também com seus atos e a forma com que encara os vilões.

O Palhaço do crime é um tremendo psicopata, ninguém está a salvo com ele, nem os diretores, nem os atores, mas sua loucura até parece contagiar quem se envolve com ele, ainda mais com a promessa da morte do Batman. As filmagens seguem sem muito conhecimento do herói, mas com o tempo câmeras são encontradas, rolos de filmes destruídos e o novo Cavaleiro das trevas vai juntando as peças e entendendo que que está acontecendo, até encontrar o estúdio que também serve de esconderijo para a corja do vilão. Para filmar a última cena, uma armadilha foi montada, o Batman cai nela, mas antes que o desfecho aconteça como no script, o Coringa consegue perceber que o Batman não é o mesmo e esse consegue se libertar, desbaratando todo o plano que tinha sido arquitetado.

Sou mega fã da arte de Graham Nolan, o desenhista é um dos meus favoritos e várias outras histórias do Cavaleiro das trevas já foram desenhadas por ele, criando uma identidade entre artista e arte, tipo como dublador e dublado em alguns filmes de um mesmo ator, pelo menos para mim. Esse volume também possui um pequeno histórico sobre o maior inimigo do Morcegão com até uma ficha  bibliográfica sobre ele. O gibi é um exemplar que vale a pena ter na coleção, ainda mais porque mostra um pouco da relação conturbada entre dois personagens tão conhecidos e queridos também.

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