Retrospectiva 2014 – Gabriel
por Gabriel
em 31/12/14

RetrospectivaLit2014_Selo

E vamos lá, seguindo com a retrospectiva do blog Pensamento Tangencial.  Lembrando que a Paty, o Ragner e o Thiago já fizeram as suas, só procurar aí nos posts anteriores!

Vejamos:

A aventura que me tirou o fôlego: Mate-me por favor. Aventura de verdade, aliás.
O terror que me deixou sem dormir: Não costumo ler terror… mas algumas passagens de O Capital no Século XXI me tiraram o sono, hehe.
O suspense mais eletrizante: 1Q84. Murakami manja muito de manter a atenção do leitor e o suspense.
O romance que me fez suspirar: As passagens em que a Lena Dunham fala sobre o atual relacionamento dela, mesmo que de relance, em Não Sou uma Dessas.
A saga que me conquistou: Pode por na conta da trilogia Millennium essa aqui. Lia esses livros em qualquer minutinho que me sobrava.
O clássico que me marcou: O Capital no Século XXI é um clássico instantâneo. E lê-lo com certeza me marcou muito.
O livro que me fez refletir: Se isso aqui fosse o oscar, o Piketty levava. Mas eu dividiria essa estatueta entre O Capital no Século XXI e Não Sou uma Dessas, onde eu refleti bastante sobre a realidade de uma mulher no nosso mundo atual.
O livro que me fez rir: OK, agora a Lena Dunham empatou a coisa. Não Sou Uma Dessas rende risadas relaxantes.
O livro que me fez chorar: Chorei que nem uma criancinha em Não Sou Uma Dessas. Em plena ponte aérea Rio-São Paulo, devem ter achado que eu tinha muito medo de voar. Mas muito.
O livro de fantasia que me encantou: 1Q84 de novo.
O livro que me decepcionou: acho que acertei em todas as escolhas esse ano 🙂
O livro que me surpreendeu: A Insustentável Leveza do Ser. Achei que ia ser só mais uma leitura e foi bem mais que isso. Budapeste, também.
O thriller psicológico que me arrepiou: Budapeste. Tem partes ali de total pegada thriller psicológico.
O livro mais criativo: A trilogia Millennium inteira.
O melhor HQ: O Inescrito, que ainda nem terminei de ler!
O infanto-juvenil que se superou: Não li nenhum desses…
O livro que mudou a minha forma de ver o mundo: O Capital no Século XXI, definitivamente.
A capa mais bonita: Acho bem legal a simplicidade eficiente do Capital no Século XXI. É de fato o meu Titanic no Oscar, esse livro.
O livro que li em um dia: Não sou Uma Dessas. Não foi em um dia, mas bem dava pra ser com a escrita fluida e leve da autora.
O primeiro livro que li no ano: Sonho Grande, sobre a história dos fundadores da Ambev. Sabe como é, a gente precisa ganhar o pão né :).
O último livro que terminei: 1Q84 Livro 2, do Murakami.
O livro que abandonei: Sem abandonos esse ano!
O livro que li por indicação: Mate-me Por favor, que eu já estava evitando ler há muito tempo.
A frase que não saiu da minha cabeça: “Quando a taxa de retorno do capital excede a taxa de crescimento do produto e da renda […] o capitalismo automaticamente gera desigualdades arbitrárias e insustentáveis que minam radicalmente os valores meritocráticos nos quais se baseiam as sociedades democráticas.” – O Capital no Século XXI, pra variar.
O(a) personagem do ano: Lisbeth Salander, da trilogia Millennium.
O casal perfeito: Lisbeth e Mikael, da trilogia Millennium. Só que, né…
O(a) autor(a) revelação: Roger Franchini, pelo seu Toupeira.
O melhor livro nacional: Budapeste, do Chico Buarque.
O melhor livro que li em 2014: Preciso falar? O Capital no Século XXI. A Insustentável Leveza do Ser também é fundamental.
Li em 2014 ……. livros: 14 livros
Li em 2014 ……. páginas: Não tenho a conta. Usando a média do Skoob, que é de 282 páginas pra mim, devo ter lido umas 4000 páginas. Mas se contar as HQs isso com certeza estoura 🙂
Comprei em 2014 ……. livros: É difícil eu comprar livros, por diversos motivos (como amigos e parentes com bibliotecas pessoais muito boas, hehehe)… então acho que só comprei 1 ou 2 mesmo. Um desastre nesse quesito.
A minha meta literária para 2015 é: Não curto metas numéricas pra livros, sinceramente. Acho que se eu conseguir ler tantos livros marcantes como li esse ano (que teve pelo menos 5 que me marcaram muito), consideraria um belo sucesso. Mas algo que a Paty vai me cobrar e farei é: como não segui a tag #leiamulheres esse ano, em 2015 vai ser só livros escritos por mulheres. E tenho dito. Cobrem!
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